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Caldas Novas concentra 82% dos casos de chikungunya em Goiás

Município soma 1.169 confirmações em 2026; Estado já registra 1.414 casos e três mortes seguem em investigação

Lavínia Dornellas
Por: Lavínia Dornellas
26/02/2026 às 17h35
Caldas Novas concentra 82% dos casos de chikungunya em Goiás
Foto: Reprodução

Caldas Novas concentra mais de 80% dos casos confirmados de chikungunya em Goiás em 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES). O município já contabiliza 1.169 confirmações da doença até esta quarta-feira (25), o equivalente a 82,67% dos registros no Estado.

Em todo o território goiano, são 2.923 casos notificados e 1.414 confirmados neste ano. Três óbitos seguem em investigação e, até o momento, não há mortes confirmadas pela doença.

Calamidade e força-tarefa

Em janeiro, Caldas Novas chegou a decretar situação de calamidade na saúde por suspeita de aumento de casos de dengue. Posteriormente, a SES confirmou que se tratava de uma epidemia de chikungunya.

Segundo a subsecretária de Vigilância em Saúde, Flúvia Amorim, o Estado montou força-tarefa para atuar no município, com monitoramento dos atendimentos, controle do vetor e reforço na assistência.

Combate ao mosquito

Sem vacina disponível, o controle da chikungunya depende da eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor também da dengue e da zika.

Nesta semana, a cidade iniciou a instalação de 2 mil Estações Disseminadoras de Larvicida (EDL), tornando-se a primeira do Estado a adotar a tecnologia. As armadilhas atraem o mosquito, que entra em contato com o larvicida e espalha o produto em outros criadouros.

Além disso, equipes municipais realizam aplicação de fumacê nos bairros mais afetados.

Municípios com mais casos

Além de Caldas Novas, os municípios com maior número de confirmações em 2026 são:

  1. Rialma – 56 casos

  2. Corumbaíba – 51 casos

  3. Ceres – 28 casos

  4. Rio Quente – 15 casos

  5. Goiânia – 14 casos

  6. Morrinhos – 13 casos

  7. Adelândia – 13 casos

  8. Jataí – 10 casos

  9. Aparecida de Goiânia – 6 casos

A SES reforça que a doença é autoimune e geralmente ocorre uma única vez na vida, mas alerta que o aumento de casos pode pressionar o sistema de saúde. A orientação é dedicar ao menos 10 minutos por semana para vistoriar a casa e eliminar possíveis focos do mosquito.

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