
Israel foi alvo de uma nova série de ataques aéreos nesta sexta-feira (20), com mísseis lançados pelo Irã e pelo grupo Hezbollah em direção ao território israelense. As forças israelenses confirmaram os disparos e acionaram sirenes em várias regiões do país.
Um dos pontos atingidos foi uma área residencial na cidade de Rehovot, no centro de Israel. Estilhaços de um míssil interceptado pelo sistema de defesa atingiram uma casa, que chegou a pegar fogo. Uma pessoa ficou ferida.
Segundo o Exército de Israel, os sistemas de defesa foram ativados para interceptar os projéteis, enquanto a população foi orientada a buscar abrigo imediato.
O prefeito de Rehovot informou que outros pontos da cidade também foram atingidos por destroços, e equipes antibombas precisaram evacuar moradores até garantir que não havia risco de novos explosivos.
Em resposta, Israel lançou uma nova onda de bombardeios contra alvos ligados ao regime iraniano, intensificando a escalada do conflito na região.
O governo iraniano afirmou que os ataques fazem parte de uma operação de retaliação e tiveram como alvos estruturas estratégicas em Israel, como o aeroporto Ben Gurion, o Ministério da Segurança Interna e emissoras de televisão.
A ofensiva ocorre após a morte de figuras importantes do regime iraniano nos últimos dias, incluindo um alto representante do Conselho Supremo de Segurança e um general da Guarda Revolucionária.
O Hezbollah também confirmou participação nos ataques, incluindo o uso de drones contra bases militares no norte de Israel.
A troca de ataques marca mais um capítulo da escalada militar no Oriente Médio, com aumento do risco de ampliação do conflito e impactos diretos na segurança regional e no mercado global de energia.
Em meio à escalada, o novo líder do Irã voltou a se pronunciar publicamente e reforçou o discurso de enfrentamento. Em uma segunda declaração, ele afirmou que o país não recuará diante dos ataques e prometeu novas respostas militares caso a ofensiva continue.
A fala sinaliza endurecimento na postura iraniana e amplia o risco de prolongamento do conflito, especialmente após a morte recente de autoridades de alto escalão do regime.
O Hezbollah também confirmou participação nos ataques, incluindo o uso de drones contra bases militares no norte de Israel.
A troca de ataques marca mais um capítulo da escalada militar no Oriente Médio, com aumento do risco de ampliação do conflito e impactos diretos na segurança regional e no mercado global de energia.