
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027 prevê que Goiânia arrecade R$ 11,4 bilhões no próximo ano. Do total estimado, R$ 4,6 bilhões devem vir da arrecadação de impostos, taxas e contribuições municipais, como IPTU, ISS e ITBI.
O projeto também estima repasses de R$ 2,1 bilhões da União, R$ 1,8 bilhão do Governo de Goiás e R$ 941,4 milhões do Fundeb.
Entre as 12 áreas contempladas na proposta, Educação e Saúde receberão os maiores investimentos.
A previsão é de que a Educação tenha orçamento de R$ 2,39 bilhões, enquanto a Saúde contará com R$ 2,05 bilhões.
Na sequência aparecem Infraestrutura e Saneamento Básico, com R$ 1,11 bilhão, e Trânsito e Transporte Público, com R$ 560,7 milhões.
Outras áreas previstas na LDO incluem Tecnologia e Inovação, Habitação, Desenvolvimento Econômico, Esportes, Cultura, Meio Ambiente, Políticas Sociais e Segurança.
Apesar do aumento previsto na receita em relação a 2026, a LDO destaca fatores que podem afetar a arrecadação do município.
O documento aponta que o desempenho do ISS dependerá do ritmo da atividade econômica, especialmente do setor de serviços.
Já no caso do IPTU, a prefeitura alerta para o risco de aumento da inadimplência, atualmente estimada em 28,6%.
A arrecadação do ITBI também poderá ser impactada caso haja desaceleração do mercado imobiliário na capital.